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quarta-feira, 13 de agosto de 2025

Livro Escrever Para Me Curar

 Pagina 72



Minha Sina

 Minha sina...


 Estou novamente em uma sala de espera, e a espera de uma consulta, de um mês pós cirurgia, e pense, desconfortável. 

E penso ser uma sina ou perseguição talvez, ou um imã que puxa figuras um tanto quanto inanimadas , muito mas muito mais ansiosos que esse escritor.

Me desconforta ver que tem pessoas que tem a necessidade em se comunicar na velocidade da sua ânsia.

E numa velocidade descomunal em pronunciar palavras, adjetivos e verbos ou advérbios. Confesso estou pasmo me questionando:

Será que também me comunico assim? 

Sim em meus momentos de  pico de anseio, pronuncio palavras a uma velocidade descomunal, como que disparando como se fosse uma.metralhadora verbal.

A muito custo hoje já consigo ter um pequeno controle que para.os.meus e tida como uma.mudanca anormal.

Porém não imaginam que a cada palavra que transmiti minha mente insana ou lindamente, já elaborou no mínimo de dez a vinte palavras , mas a muito custo pronuncio apenas algumas.

Mas para não deixar dúvidas quanto ao título, minha sina e ver as pessoas em quase pico de total descontrole emocional e verbal e não ter a liberdade de dizer aos mesmos :

Eu te entendo,  também sou assim, só não tenho coragem de conversar com você por medo de.nao conseguir acompanhar sua ânsia verbal e emocional ou de não ter respostas adequadas as seus desconfortos físicos e emocionais dos quais também sou vitimado.

A você meu colega de espera oriento:

Respira com calma , cheira florzinha e apaga velinha ( exercício de respiração), e tenha a certeza que vai passar esse momento de desconforto vai passar.


MM Vieira

domingo, 8 de junho de 2025

Parte do Livro Maldição Proferida

 



RELATO DE UMA AGRESSAO 

 O menino...

 O motivo? Por mais que puxe na minha memória, não consigo lembrar, ou talvez tenha o bloqueado; mas lembro-me bem que estava próxima à hora de ir ao colégio, pois já estava com o uniforme. Tudo o que consigo lembrar, foi que em segundos (minha agressora), se apoderou de mim, me segurando pelo braço, e já me deu dois tapas no rosto, pasmo e já em pânico a pedi que não me batesse. Todavia não atendido e colocado em baixo do seu joelho; entendi não ter mais como fugir, ela ordenou a minha irmã que fosse buscar uma mangueira, (dessas de ligação entre o fogão e o botijão de gás), e nesse meio tempo minha agressão começou me golpear com um pedaço de lenha (madeira), grossa. Com a negativa de minha irmã, alegando não ter encontrado a mangueira; ela ficou ainda mais furiosa e também bateu no rosto da menina que tentava em vão me proteger, (fingindo não ter encontrado o artefato que seria usado para me causar dor). Por fim o objeto do meu suplicio foi encontrado, e sem pensar nas conseqüências que poderia causar a mim, uma criança, minha agressora começou a me golpear com todas as suas forças, e com uma gana fora do comum. A dor... Dela lembro bem, a cada vez que a mangueira era golpeada em meu corpo, franzino, latejava e queimava de forma descomunal, e ela, a mangueira, chupava a pele, me causando dores horríveis, como conseqüência isso me rendeu escoriações horríveis, muitas manchas rochas e por fim um tão temido banho de salmoura, ( composto de água, sal ao extremo e vinagre; que por nós era tão temido) o que aconteceu na minha volta do colégio. A dor não era somente física, mas também psicológica por tentar entender o porquê; de ela minha agressora, mesmo vendo o que acontecia com meu pequeno corpo, continuava a golpear, e com todas as suas forças. 4 A lembrança mais lamentável e dolorosa; durante a minha agressão, é que podia ver nos olhos da minha agressora, uma raiva descomunal; raiva essa que não entendia o porquê, e por mais que tentasse me livrar das suas mãos mais ela tinha raiva. Sabe; os golpes da mangueira não pegavam em uma só parte de meu corpo repito e reitero de criança, nas pernas, nas costas, nas nádegas, essas ficaram muito machucadas, que me renderam dores horríveis por dias a fio. Tentei de todas as formas, em momentos de pânico me vali de todos os argumentos, na tentativa de persuadir minha agressora a parar, lembro-me bem que pedia, por amor de Deus, na esperança de finalizar meu suplicio; tentei chamá la de mãezinha, cheguei a dizer a ela que a amava; isso me vem a lembrança de forma clara; o que era verdade mesmo, e apesar; tinha por ela amor. Mas ela disse que agora não adiantava chamá-la de mãezinha, em muitas vezes jurava que não faria mais, seja lá o que tenha feito, mas eram vãs as minhas tentativas, e o que foi em minutos, para mim foi como que durasse horas a fio. Nunca vou esquecer que em certo momento, imagino eu de raiva, ela disse que iria me matar, para que eu a não incomodasse mais, nesse momento, não sei de onde tirei forças, e pedi que ela me matasse, na realidade implorei, para que ela fizesse isso pelo amor de Deus. Lamento lembrar que lá no fundo queria realmente morrer era um sentimento que nunca ficou guardado, e momentâneo porque na realidade tudo o que queria, era que a dor parasse. Meu desespero momentâneo era tanto, que pensei que em ela me matando, não mais teria dores, e implorei que ela me matasse, não sei como e de onde arrumei forças, mas a desafiei para que minha vida fosse dada por encerrada. Naquele instante, realmente queria morrer... Foi quando então ela colocou a mão em meu pescoço, por mais incrível que possa parecer, pensei que seria meu fim, mas, não estava com medo, momentaneamente estava em paz; imaginei que, meu sofrimento iria acabar; a dor iria passar, mas não sei por que, ela desistiu. Hoje, enquanto lembro, sinto em minha alma que aflora enquanto relato; uma dor horrível, os olhos dela demonstravam toda a raiva que sentia, mas ela não tinha motivos para ter raiva de mim, e ela não tinha o direito de ter raiva, nem de mim, ou de meus irmãos. 5 Por fim e após vários golpes de mangueira, e muitas tapas no meu rosto, não lembro como e nem porque me soltei ou fui liberado, fugi como que um animal liberto de um cativeiro; para lamentar a dor em meu corpo, que latejava, queimava mesmo; (dor descomunal que nem em palavras ou em escritos se consegue explicar). Depois da agressão que fui vitimado; para meu maior suplicio, ainda tive que ir ao colégio; com muita dificuldade confesso não me lembro quem estava comigo; mas reclamava muito quase que sem forças para andar, pois meu corpo estava todo dolorido, e cada passo que dava meu pequeno corpo doía, e não podia falar nada a ninguém, no colégio por medo, não de ser exposto, não a mim, mas expor a minha agressora, a uma repreensão dos meus professores. Meu corpo, magro ao extremo, queimava de tanta dor, era uma dor terrível minhas pernas queimavam a pessoa que comigo estava e que hoje não consigo me lembrar quem era me ajudou levando minha pasta para que pudesse me recompor. Aquele dia, no colégio, não podia sentar direito na minha carteira, a dor custou a passar com o tempo e por fim, aos poucos fui esquecendo a dor, mas teria que voltar para casa, essa certeza me horrorizava. E por fim como se não bastasse à agressão ainda enfrentei o temido banho de salmoura em uma bacia nu; e em todos os momentos que o liquido salgado era jogado em meu franzino corpo doía... 

 E muito... 

 O escritor...

 Nenhuma pessoa tem o direito de ter raiva de uma criança, esse sentimento não pode existir entre pais e filhos, a raiva é uma porta escancarada para que Maldição entre na família e a destrua por completo. Tudo o que uma criança precisa e tem direito a receber é amor, proteção e o mínimo de respeito, a sua fragilidade infantil; essa, que não a ajuda a defender-se de seus covardes agressores. As lembranças desse ato são lamentáveis, mas necessárias, na esperança de que o relato do menino venha num futuro evitar que mais crianças sejam agredidas não apenas fisicamente, mas também psicologicamente em maldiçoes a elas proferidas; não poderia deixar de escrever sobre elas... 

quarta-feira, 9 de abril de 2025

Livro Ergonomia Na Segurança Patrimonial

 



Doenças Ergonomicas na Segurança Privada


Profissionais de segurança privada, como agentes de segurança, vigilantes e pessoal de monitoramento, podem estar sujeitos a uma série de riscos ergonômicos em seus locais de trabalho. Esses riscos podem resultar em doenças e lesões relacionadas à ergonomia. Alguns exemplos incluem:

Lesões Musculoesqueléticas: Estas são as lesões mais comuns relacionadas à ergonomia. Podem incluir lesões nas costas, pescoço, ombros e membros superiores devido a posturas inadequadas, levantamento incorreto de objetos pesados e movimentos repetitivos. Exemplos incluem distensões musculares, tendinites e hérnias de disco.

Síndrome do Túnel do Carpo: Profissionais que passam longas horas digitando, preenchendo relatórios ou utilizando equipamentos de segurança podem estar em risco de desenvolver a síndrome do túnel do carpo, uma condição dolorosa que afeta os pulsos e as mãos.

Fadiga e Estresse: O estresse emocional e a fadiga podem resultar de longas horas de trabalho, especialmente em funções de monitoramento ou patrulha. Isso pode afetar negativamente a saúde mental e o desempenho.

Lesões por Trauma Físico: Em situações de segurança mais arriscadas, como intervenções físicas, os profissionais de segurança podem sofrer lesões traumáticas, como fraturas e contusões.

Problemas Oculares: A exposição prolongada a telas de computador ou sistemas de vigilância de vídeo pode causar fadiga ocular, visão turva e desconforto. A ergonomia dos monitores e estações de trabalho é importante para prevenir problemas oculares.

Alergias e Problemas Respiratórios: Alguns ambientes de segurança, como locais de construção ou instalações industriais, podem estar sujeitos a poeira, produtos químicos e alérgenos. A exposição a esses elementos sem a devida proteção pode resultar em problemas respiratórios.

Distúrbios de Postura: Trabalhar em posturas desconfortáveis e prolongadas pode levar a distúrbios posturais, como cifose (corcunda) ou lordose (curvatura excessiva da coluna lombar), que podem causar dor nas costas.

Problemas Cardiovasculares: A falta de atividade física e longos períodos de estar sentado ou de pé, com pouca mobilidade, podem aumentar o risco de problemas cardiovasculares.

 

É fundamental que as organizações de segurança privada reconheçam esses riscos ergonômicos e implementem medidas para preveni-los. Isso inclui fornecer treinamento em boas práticas ergonômicas, equipamentos de proteção adequados, design de postos de trabalho ergonomicamente corretos e incentivar pausas regulares para reduzir a fadiga. A saúde e o bem-estar dos profissionais de segurança são essenciais para garantir o desempenho eficaz e a satisfação no trabalho.



Parte do Livro Escrever Para Me Curar






Divagando

 

“E por falar em escritos, já não consigo mais entender minhas frases escritas”...

Será que estou ansioso?